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EUA realizam operação militar na Venezuela e prendem o presidente Nicolás Maduro

  • Radar SF
  • 3 de jan.
  • 1 min de leitura

Os Estados Unidos realizaram, na madrugada deste sábado (3), uma operação militar na Venezuela que resultou na prisão do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, segundo informações divulgadas por autoridades norte-americanas e repercutidas pela imprensa internacional. A ação incluiu ataques aéreos em Caracas e em estados como Miranda, Aragua e La Guaira, e foi comparada por analistas à captura do ex-presidente panamenho Manuel Noriega, em 1989. O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou em sua rede social Truth Social que a operação foi “brilhante” e fruto de planejamento detalhado, envolvendo tropas de elite e agências de segurança. Até o momento, não há confirmação oficial de mortos ou de resistência armada significativa, e o governo venezuelano afirma não ter recebido provas de vida de Maduro.


De acordo com o Departamento de Estado dos EUA, Maduro é acusado de liderar um regime envolvido em corrupção, narcotráfico e terrorismo, tendo sido indiciado pela Justiça norte-americana em 2020, com recompensa oferecida por informações que levassem à sua prisão. A operação teria contado com apoio de forças militares, policiais e de inteligência, sob a justificativa de combate ao narcotráfico e proteção da segurança nacional dos EUA, sem autorização prévia do Congresso, segundo autoridades americanas. A prisão gerou reações internacionais divergentes: aliados do governo venezuelano, como Cuba, condenaram a ação como violação da soberania e do direito internacional, enquanto líderes europeus pediram contenção e respeito à Carta da ONU. O futuro político da Venezuela permanece incerto, assim como os desdobramentos diplomáticos e jurídicos do possível julgamento de Maduro em território norte-americano.


(Foto: Divulgação/ Internet)
(Foto: Divulgação/ Internet)


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