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Ex-dirigentes do INSS citam Lulinha em delação sobre fraudes previdenciárias

  • 26 de fev.
  • 1 min de leitura

Dois ex-dirigentes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) firmaram acordo de delação premiada no âmbito da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, e citaram Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Os delatores, Virgílio Oliveira Filho e André Fidelis, estão presos desde novembro de 2025 e são investigados por envolvimento em um esquema de fraudes e pagamento de propinas relacionadas a descontos indevidos sobre benefícios previdenciários.


Segundo a Polícia Federal, as apurações indicam que Virgílio teria recebido cerca de R$ 11,9 milhões e André Fidelis aproximadamente R$ 3,4 milhões em repasses ilegais. As investigações apontam que o esquema causou prejuízos milionários ao sistema previdenciário, envolvendo a manipulação de dados e a cobrança irregular de valores de aposentados e pensionistas, o que motivou o avanço das apurações e a celebração dos acordos de colaboração.


Em outro destaque do cenário político, o deputado Guilherme Derrite (PP-SP) afirmou que “não é normal um preso decidir o futuro do país por meio do voto”, ao comentar a aprovação do Projeto de Lei Antifacção na Câmara dos Deputados. Relator da proposta, Derrite defendeu a restrição do direito de voto a presos ligados a facções criminosas e declarou que, caso haja veto presidencial, o Congresso Nacional deverá se mobilizar para derrubá-lo.


(Foto: Divulgação/ Internet)
(Foto: Divulgação/ Internet)

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